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Não há como negar que realmente vivemos na terra do futebol. Ele acaba fazendo parte da vida de todos no Brasil, mesmo das vidas das pessoas que não ligam muito para ele ou que o odeiam, mas ele está sempre lá. Desde o nascimento dos bebês, quando os pais ou alguém da família aparecem com uma roupinha de time na maternidade. Na escola, onde os garotos mesmo apaixonados por seus computadores e playstations, não o deixam de lado. Na tarde de domingo da televisão, que fica ligada em quase todos os restaurantes. As bandeiras do time cobrem até os caixões na hora de ir embora. Mesmo os que odeiam o futebol não podem negar que tudo isso é verdade, e é impossível ignorá-lo em finais de campeonatos nacionais ou regionais. É ainda mais impossível de ignorar uma Copa do Mundo, motivo de histeria nacional, ainda mais quando a copa é em casa.

Eu, Frankie, cresci amando esse esporte. Amava ir ao estádio quando era criança, amava vestir a camisa do meu time, amava jogar bola depois da aula. E nada era mais marcante do que a época da copa do mundo. A ansiedade para ver os jogadores convocados para a seleção, as primeiras figurinhas, as fotos dos estádios em países longes de nós. Aprendia todas as bandeiras e cidades em cada país graças ao futebol. A copa do mundo era o grande acontecimento da vida de qualquer garoto, e parece que isso não muda muito quando nos tornamos adultos.

Um dos meus grandes sonhos, daqueles de criança que você jura que não vai morrer sem realizar, era ir em um jogo da copa do mundo. Quando fiquei sabendo que a copa do mundo voltaria para o Brasil depois de 64 anos, decidi que iria em algum jogo, qualquer jogo, do Brasil ou não, nessa copa de 2014.

Desde a primeira fase de venda de ingressos, tentamos a sorte em diversos sorteios. Tinha sorte que a Marília também cresceu em uma família onde o futebol era importante, e ela esteve ao meu lado durante todo esse processo. O resultado dos sorteios era sempre o mesmo, nada de ingressos. Tentamos comprar ingressos nas outras etapas de vendas também, mas também sem muita sorte. Então tive que aceitar que não seria dessa vez.

Dez dias antes da abertura da Copa, a FIFA anunciou que venderia mais alguns ingressos para os jogos. A venda começaria à meia-noite do dia 4 de Junho, e quando olhei no calendário, era durante uma noite que eu passaria fora de casa fazendo um exame do sono. Desisti. Da clínica, liguei para a Marília e combinamos que ela entraria online de casa e tentaria comprar os ingressos – e fui dormir.

No outro dia acordei com a notícia de que eu iria na abertura da copa do mundo de 2014 no Brasil. Sou um homem de sorte, por ter uma mulher (de sorte) como a Marília ao meu lado. Sonho realizado.


There is no denying that we really do live in the land of football. It ends up being part of everyone’s life in Brazil, even the lives of those who do not care for it, it’s always there. From the time we are born, when parents or a family member shows up at the hospital with a flag or something soccer related for the baby. From the time when we’re at school, where even kids in today’s generation, so in love with their computers and playstations, still can’t put down their soccer balls and their love for the sport. On Sunday afternoons on tv, which is always turned on in every restaurant we end up going to eat at with our families. Team flags even cover our caskets when it’s time to go in Brazil. Even those who hate football can’t deny that this is part of our culture, and it is impossible to ignore soccer at times. It is even more impossible to ignore the World Cup, a national source of hysteria, especially when the World Cup is to be held at home.

I, Frankie, grew up loving this sport. I loved going to the stadium as a kid, loved to my team’s jersey whenever I got a chance, loved to play soccer after school. And there was no bigger event in our childhoods than the World Cup. The anxiety to see the players summoned for the Brazil squad, the first pack of stickers for our sticker albuns, pictures of stadiums in countries far away from us. I learned all the flags and cities from every country because of football. The World Cup was something major in my life as a kid, and it seems that it didn’t change much after I grew up.

One of my dreams, one of those you have as a kid and you swear you will not die without making it come true, was to watch a game in the World Cup one day. When I learned that the World Cup would come back to Brazil after 64 years, I decided that I would do whatever I could do to go see a game, any game, wether Brazil was playing in it or not in this World Cup.

Since ticket first went on sale, we’ve been trying our luck in the ticket draws. I’m lucky Marilia also grew up in a family where soccer was important, and she stood by me throughout this whole process. The result of the draws was always the same, no tickets for us. We tried buying tickets in other stages of sales too, but without much luck. So I had deal with the fact that it would not be this time that I’d make my dream come true.

Ten days before the opening game of the World Cup, FIFA announced that it would sell a few more tickets to the games. The sales would start at midnight of June 4 on a first-come-first-serve basis and when I looked at the calendar, this was during a night I’d be spending away from home at a sleep clinic. I gave up on trying,but I called Marilia from the Sleep Clinic on the night of my exam and she said that she would get online and try to buy tickets, so I went to sleep.

The other day I woke up to the news that I was going to the opening game of the World Cup 2014 in Brazil. I’m a lucky man to have a woman (especially one as lucky) as Marília at my side. This is how a dream came true.

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