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De vez em quando trabalhamos no Sábado e no Domingo. Começamos o preparo para o casamento do fim de semana na semana anterior, geralmente com uma reunião com os noivos para alinhar todos os detalhes do casamento. Na sexta-feira, carregamos todas as baterias das câmeras, limpamos todas as lentes, verificamos todas as câmeras, confirmamos 100% que o último casamento fotografado está em 1000 cópias diferentes e que todas elas funcionam, e aí, formatamos todos os cartões de memória (mesmo assim, com muito medo).

No Sábado, acordamos cedo (mesmo quando gostaríamos de dormir até mais tarde) para tomar café. Assim, vamos ter pelo menos um pouco de fome na hora de almoçar, já que temos que almoçar cedo para chegar cedo o suficiente no casamento. Trabalhamos em pé, geralmente por 10-12 horas, até de madrugada. Com música alta e luzes piscando, muitas vezes por MUITAS horas sem comer e uma responsabilidade enorme nas costas, que acabam quase sempre nos dando uma dor de cabeça imensa no dia seguinte. Raramente, mas acontece, fazemos tudo isso de novo no outro dia.

É por isso que não trabalhamos, e continuaremos não trabalhando na segunda-feira. Segunda é dia de café, é dia de sentar em algum lugar pra ler, segunda é dia de ir no cinema e ir ao médico e ver nossas famílias quando podemos. Amamos o que fazemos, e vivemos o que fazemos, mas isso não define 100% do nosso tempo, principalmente não o nosso tempo livre.

A última edição da Revista Amarello (que já mencionamos por aqui) fala exatamente disso: Tempo. Realmente aconselhamos uma ida até alguma livraria se isso é algo que tem passado por sua mente. Precisamos diminuir o ritmo das conexões.

Por mais pequenas doses, de tempo LIVRE.

E um pouquinho do nosso casamento lindo de sábado.

“Podemos parar, sim. Respirar. Levantar a cabeça. Olhar ao redor. Ver. Enxergar. Não fotografar. Enxergar. Um e-mail não respondido, uma mensagem não atendida instantaneamente – não é o fim do mundo. Tempo é luxo, mas não é dinheiro.” – Tomás Biagi Carvalho, Amarello Ano V nº15


Once in a while we do work both on Saturday and Sunday. We usually start prep work for a wedding early on the previous week, usually by having one last meeting with the bride and groom to make sure everyone is on the same page. On the day before a wedding, we charge all our batteries, clean all our leses, check all our cameras and make sure that our last wedding is 100% backed up to a million different drives and that they’re all working properly. We then format all of our memory cards.

On a wedding day we usually wake up early (even though we’d usually love to sleep in) so we can eat breakfst early enough to be a little hungry by the time lunch comes around so we can at least get one real mean in during the day. We then work on our feet from 10-12 hours, most of the time until late at night. Not only are we on our feet, but we carry a burden of responsibility on our shoulders during the whole entire day, while being bombarded with loud music and bright lights. We wake up with horrible headaches on the day after a wedding, sometimes to do it all over again.

And this is why we don’t work, and will continue not to work on mondays. Mondays are for coffee-drinking, they’re meant for sitting somewhere quiet and reading and going to the movies and running errands when we need to. They’re for our families when we get a chance to see them. We love what we do, and we live what we do, but it doesn’t define what all of our time should be spent on – especially not our well-deserved free time.

The last issue of “Amarello” magazine (that we’ve mentioned on the blog before, and has an English translation of every article on the back) talks exactly about this, it talks about time. Go hit up a bookstore. We need to slow down and not be as connected all the time.

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